terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Play Beckett no Teatro de Câmara Túlio Piva

Intérpretes
Gustavo Susin e Alexandre Dill Direção Alexandre Dill e Igor Pretto Coreografia Igor Pretto Maquiagem Alexandre Dill Operação de Luz José Henrique Ligabue Operaçao de som Márcia Mello Contra-regragem Karine Lemos Bilheteria Thainá gallo e Caroline Lazarotto


Foto: Rafael Avancini
NO PRÓXIMO FINAL DE SEMANA
ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES
11, 12 AS 21 HORAS E 1 3 DE DEZEMBRO
SEX SAB DOM
ingressos no local - 15 reais , (50% desconto para estudantes, artistas e idosos)
TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA
(Rua da República 575 - Cidade Baixa - Porto Alegre)

domingo, 29 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

GRUPOJOGO apresenta:


"Compreendemos a Dança e o Teatro
como formas de criação
e produção artísticas inseparáveis"



TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA

DE 04 A 13 DE DEZEMBRO

SEXTA E SÁBADOS ÀS 21 HORAS

DOMINGOS ÀS 20 HORAS




Play-Beckett tem como fio condutor Esperando Godot e os poemas Cascando, Que Palavra Será. O Calmante, Que Faria? e Sobressaltos, na qual os clochards X e Y, como variáveis expressões matemáticas inacabadas, personagens patéticas e oníricas estão aí, como a representação do homem eternamente à espera de algo ou de alguém que satisfaça às suas aspirações, em meio ao absurdo da existência. Vagabundos inseridos no universo beckettiano, no reinado da espera manca, a degradação física, a falta de sentido lógico nas sucessões banais, a imprecisão histórica e espacial submetidos a crises paralelas do corpo e da máquina pensante, andarilhos forçados tropeçando nos percalços da existência, incapazes de comunicar-se como o restante da humanidade.


Play-Beckett parte da interação entre as duas formas de manifestação das artes cênicas – a dança e o teatro – compreendendo-as como formas de criação e produção artística inseparáveis, visto que no seu surgimento eram estudadas e encenadas de forma a se complementarem.Esta interação privilegia as características em comum da dança e do teatro, através do estudo de diferentes técnicas corporais, que não fazem uma separação dentro das artes performáticas, como os trabalhos propostos por Rudolf Von Laban e Vsevolod Meyerhold.As técnicas de preparação corporal de Laban, onde o corpo e suas especificidades são os elementos fundamentais na exploração expressiva do artista cênico, e de Meyerhold, onde transforma-se o corpo deste intérprete em uma ferramenta a serviço da mente, são inseridas no universo de Samuel Beckett, aplicando os estudos corporais, dentro de uma linguagem ‘absurda’, onde a figura do homem é colocada frente a situações desconexas, em que o começo está no fim e o fim está no começo.






Direção, Concepção e Roteiro: ALEXANDRE DILL E IGOR PRETTOTextos: SAMUEL BECKETTCoreografia: IGOR PRETTOIntérpretes: ALEXANDRE DILL E GUSTAVO SUSINTrilha Sonora Pesquisada: IGOR PRETTOCenário: BRUNO SALVATERRAFigurino: ALEXANDRE DILLIluminação: IGOR PRETTOMaquiagem: ALEXANDRE DILLOperação de Luz: JOSÉ HENRIQUE LIGABUEOperação de Som: KARINE LEMOS E THAINÁ GALLOCriação Visual: ALEXANDRE DILL E BRUNO SALVATERRAProdução Geral: GRUPOJOGO de ExperimentAção Cênica http://www.grupojogo.blogspot.com/ grupojogo@gmail.com

domingo, 27 de setembro de 2009

GrupoJogo estreia sua primeira montagem na Usina do Gasômetro

Espetáculo Fenícias, de Eurípides, em apresentações únicas nos dias 3 e 4 de outubro

Premiado logo em sua estréia no XI Festival Pedritense de Teatro como melhor espetáculo adulto, Fenícias, montagem do Grupo Jogo de Experimentação Cênica para o texto clássico de Eurípides, será exibido em Porto Alegre, nos dias 03 e 04 de outubro, na Sala 302 da Usina do Gasômetro. A peça, dirigida sob criação coletiva dos integrantes do grupo, foi contemplada com 9 indicações dos 11 prêmios distribuídos no festival e faturou, além do prêmio máximo do evento, os troféus de melhor atriz e melhor figurino.“As Fenícias” foi escrita por volta de 411 a.C. e propõe um enfoque diferente ao mito de Édipo, escrito por Sófocles. A partir da visão feminina e maternal de Jocasta, conta-se o destino de uma cidade assolada pela maldição lançada aos irmãos Polinices e Etéocles, filhos de Édipo, que disputam, enfurecidos, o cetro herdado. Em tempos de guerras funestas e verdadeiras batalhas civis, o exemplo da escrita grega comprovam que a busca enlouquecida pelo poder, através das medidas mais ardilosas, são incapazes de alterar um destino inevitável: o de sofrimento e de desgraça humana.
A adaptação, assinada por Alexandre Dill, tem sua origem no curso de formação dos atores integrantes do grupo e seus estudos prevem de 2007, quando orientados pela Dra. Paulina T. Nólibus na Escola de Teatro Popular . Após dois anos de pesquisa, agregando, inclusive, estilos de atuação diferentes que o da Tragédia Grega, o grupo apresenta um trabalho com ênfase na fusão do movimento, da música e da palavra falada, com referências nas concepções de Rudolf Von Laban, Antonin Artaud e Eugênio Barba. Elementos de composição do Teatro Nou também são utilizados.A crítica especializada e o grande público demonstraram entusiasmo após a apresentação no Festival no dia 29 de agosto. O júri técnico do evento foi composto por Stella Bento, Antonio Carlos Brunet e Airton de Oliveira. Algumas palavras dos jurados proferidas no bate-papo aberto após a apresentação:“É tão ruim para nós, avaliadores, quando o espetáculo é bom, por que assim não temos nada para criticar.(...) Trata-se de uma lição de como encenar modernamente uma tragédia grega.” (Antonio Carlos Brunet).“O cenário é de uma delicadeza singela, a iluminação representa felizmente a sensação de sangue derramado, tudo muito bem encaixado.” (Airton de Oliveira).“A atuação da atriz principal (Márcia Mello), sua imagem, é impactante, e o público é convidado, logo ao entrar no teatro, a ingressar no clima proposto pela peça”. (Stella Bento).Serviço: Fenícias
Adaptação de Alexandre Dill
Interpretes: Alexandre Dill,
José Henrique Lingabue,
Igor Pretto
e Márcia Mello
Criação Visual: Bruno Salvaterra
Iluminação: Gustavo Susin
Acessoria de Cena: Thainá Gallo e Igor Simões
Bilheteria: Bruno Salvaterra e Michel Flores
Direção sob Criação Coletiva do GrupoJogo de Experimentação Cênica
Dias 03 e 04 de outubro (sábado e domingo) às 20hSala 302 da Usina do GasômetroIngressos: R$ 10 (50% de desconto para estudantes, classe artística e pessoas com mais de 60 anos).
Apoio:
Academia Athlética
Teatrofídico
Parafina Surf Shop
Principado de Astúrias Café
TC Fitnnes

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Crítica a FENÍCIAS po Gustavo Susin


Experimentar no teatro é sempre arriscado; mas o espírito vanguardista exige o risco. Talvez seja este a característica mais marcante no conjunto geral do espetáculo "Fenícias", tragédia de Eurípedes adaptada por Alexandre Dill e com criação coletiva do GrupoJogo de Experimentação CÊnica (que eu tenho enorme orgulho de integrar).



A começar pela opção do texto. "As fenícias" é uma obra que não é usualmente montada, talvez por também tratar da história de Édipo-Rei, consagrada pela escrita de Sófocles. Mas em tempos de afirmação cada vez mais forte das energias femininas, a visão da mulher, no caso, Jocasta, esposa e mãe de Édipo, consagram esta história da guerra pela cidade de Tebas em um contexto muito mais emotivo, e que expõe uma mazela que permanece viva nos dias de hoje: a guerra entre irmãos, entre povos de origem única.


Mas experimentar em tragédias gregas? E logo na estréia do grupo?


Realmente, a coragem move os homens. 

leia a crítica na íntegra: www.cenaevoz.blogspot.com

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

GRUPOJOGO e o 11º Festival Pedritense de Teatro

Foto: Thainá Gallo


leia a crítica de Gustavo susin em: http://cenaevoz.blogspot.com



O GRUPOJOGO volta do Festival Pedritense de Teatro:

Indicações:
Maquiagem para Alexandre Dill
Cenário (Bruno Salvaterra)
Trilha Sonora(Criação Coletiva)
Iluminação para Gustavo Susin
Ator coadjuvante para José Henrique Ligabue (Maninho)
Direção (Criação Coletiva)
sendo vencedor dos prêmios:


Melhor Atriz para Márcia Mello
Melhor Figurino para Alexandre Dill
Melhor Espetáculo

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ensaio Final

Foto: Gustavo Susin
Estamos em processo de finalização dos preparativos para o primeiro festival de teatro que o GRUPOJOGO irá participar. Dia 29 de agosto as 21horas , "FENICIAS" estará em Dom Pedrito RS no 11º Festival Pedritense de Teatro. EVOÉ...

sábado, 4 de julho de 2009

Fenícias de Eurípides

A casa de Tebas está manchada de sangue, desde quando Laio teve um filho contra a vontade dos deuses. Édipo assassinou o pai, e sem o saber, desposou a própria mãe, gerando com ela filhos-irmãos.
Enlouquecido por sua desventura, perfurou os olhos, e lançou contra eles uma maldição: seus filhos se matariam num duelo pelo palácio.
Temendo a própria sorte, os irmãos convencionaram que o mais novo, Polinices, deixasse a pátria pelo período de um ano. Após o qual, voltaria este para o revezamento do poder.
Etéocles, recusa-se a entregar o cetro ao irmão, conforme o combinado, e Polinices prepara-se para atacar Tebas à frente de um exército argivo.
Jocasta, está diante do palácio e reza para que os filhos se reconciliem, evitando uma guerra fratricida.


As Fenícias de Eurípides
Adaptação:Alexandre Dill
Orientação Teórica: Paulina Nólibus
Criação Visual: Bruno Salvaterra
Intérpretes:
Márcia Mello
Thainá Gallo
José Henrique Ligabue
Igor Pretto
Alexandre Dill

Estreia no Teatro de Câmara Túlio Piva 04 a 13 de dezembro de 2009

PLAY BECKETT

Play-Beckett parte da interação entre as duas formas de manifestação das artes cênicas – a dança e o teatro – compreendendo-as como formas de criação e produção artística inseparáveis, visto que no seu surgimento eram estudadas e encenadas de forma a se complementarem.

Esta interação privilegia as características em comum da dança e do teatro, através do estudo de diferentes técnicas corporais, que não fazem uma separação dentro das artes performáticas, como os trabalhos propostos por Rudolf Von Laban e Vsevolod Meyerhold.

As técnicas de preparação corporal de Laban, onde o corpo e suas especificidades são os elementos fundamentais na exploração expressiva do artista cênico, e de Meyerhold, onde transforma-se o corpo deste intérprete em uma ferramenta a serviço da mente, são inseridas no universo de Samuel Beckett, aplicando os estudos corporais, dentro de uma linguagem ‘absurda’, onde a figura do homem é colocada frente a situações desconexas, em que o começo está no fim e o fim está no começo.

quarta-feira, 1 de julho de 2009




A criação da logomarca pelo artista Bruno Salvaterra, inaugura a primeira postagem do blog do GrupoJogo de ExperimentAÇÃO Cênica.


Bruno, assina a criação visual do grupo, asssim como num processo de criação coletiva sob processo colaborativo atende as necessidades estéticas manifestadas na ideologia da trupe.


Este selo tem como ispiração as teorias adotadas por Antonin Artaud, doutrinas teatrais adotadas pelo grupo como a representaçao de "um corpo sem Orgãos".




Sobre o corpo sem orgãos...

"É nesse contexto que se insere "Como Criar para Si um Corpo sem Órgãos". Num texto curto e denso, repleto de intuições geniais e conceitos instigantes, desenvolvem-se na idéia do Corpo sem Órgãos (CsO), que foram buscar aos escritos de Antonin Artaud e enriqueceram com outras contribuições diversas, que vão do taoísmo chinês à obra de Carlos Castaneda. Ao tratar o Corpo sem Órgãos como um plano de consistência a partir do qual o organismo se desenvolve por dobramentos e estratificações e que deve ser recuperado por um programa de experiências práticas, Deleuze e Guattari oferecem à bioenergética uma fundamentação teórica alternativa, e muito mais profunda do ponto de vista filosófico, do que o biologismo ingênuo ao qual tanto Lowen quanto Reich recorreram."