domingo, 29 de novembro de 2009


TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA

DE 04 A 13 DE DEZEMBRO

SEXTA E SÁBADOS ÀS 21 HORAS

DOMINGOS ÀS 20 HORAS

sábado, 14 de novembro de 2009

GRUPOJOGO apresenta:


"Compreendemos a Dança e o Teatro
como formas de criação
e produção artísticas inseparáveis"



TEATRO DE CÂMARA TÚLIO PIVA

DE 04 A 13 DE DEZEMBRO

SEXTA E SÁBADOS ÀS 21 HORAS

DOMINGOS ÀS 20 HORAS




Play-Beckett tem como fio condutor Esperando Godot e os poemas Cascando, Que Palavra Será. O Calmante, Que Faria? e Sobressaltos, na qual os clochards X e Y, como variáveis expressões matemáticas inacabadas, personagens patéticas e oníricas estão aí, como a representação do homem eternamente à espera de algo ou de alguém que satisfaça às suas aspirações, em meio ao absurdo da existência. Vagabundos inseridos no universo beckettiano, no reinado da espera manca, a degradação física, a falta de sentido lógico nas sucessões banais, a imprecisão histórica e espacial submetidos a crises paralelas do corpo e da máquina pensante, andarilhos forçados tropeçando nos percalços da existência, incapazes de comunicar-se como o restante da humanidade.


Play-Beckett parte da interação entre as duas formas de manifestação das artes cênicas – a dança e o teatro – compreendendo-as como formas de criação e produção artística inseparáveis, visto que no seu surgimento eram estudadas e encenadas de forma a se complementarem.Esta interação privilegia as características em comum da dança e do teatro, através do estudo de diferentes técnicas corporais, que não fazem uma separação dentro das artes performáticas, como os trabalhos propostos por Rudolf Von Laban e Vsevolod Meyerhold.As técnicas de preparação corporal de Laban, onde o corpo e suas especificidades são os elementos fundamentais na exploração expressiva do artista cênico, e de Meyerhold, onde transforma-se o corpo deste intérprete em uma ferramenta a serviço da mente, são inseridas no universo de Samuel Beckett, aplicando os estudos corporais, dentro de uma linguagem ‘absurda’, onde a figura do homem é colocada frente a situações desconexas, em que o começo está no fim e o fim está no começo.






Direção, Concepção e Roteiro: ALEXANDRE DILL E IGOR PRETTOTextos: SAMUEL BECKETTCoreografia: IGOR PRETTOIntérpretes: ALEXANDRE DILL E GUSTAVO SUSINTrilha Sonora Pesquisada: IGOR PRETTOCenário: BRUNO SALVATERRAFigurino: ALEXANDRE DILLIluminação: IGOR PRETTOMaquiagem: ALEXANDRE DILLOperação de Luz: JOSÉ HENRIQUE LIGABUEOperação de Som: KARINE LEMOS E THAINÁ GALLOCriação Visual: ALEXANDRE DILL E BRUNO SALVATERRAProdução Geral: GRUPOJOGO de ExperimentAção Cênica http://www.grupojogo.blogspot.com/ grupojogo@gmail.com

domingo, 27 de setembro de 2009

GrupoJogo estreia sua primeira montagem na Usina do Gasômetro

Espetáculo Fenícias, de Eurípides, em apresentações únicas nos dias 3 e 4 de outubro

Premiado logo em sua estréia no XI Festival Pedritense de Teatro como melhor espetáculo adulto, Fenícias, montagem do Grupo Jogo de Experimentação Cênica para o texto clássico de Eurípides, será exibido em Porto Alegre, nos dias 03 e 04 de outubro, na Sala 302 da Usina do Gasômetro. A peça, dirigida sob criação coletiva dos integrantes do grupo, foi contemplada com 9 indicações dos 11 prêmios distribuídos no festival e faturou, além do prêmio máximo do evento, os troféus de melhor atriz e melhor figurino.“As Fenícias” foi escrita por volta de 411 a.C. e propõe um enfoque diferente ao mito de Édipo, escrito por Sófocles. A partir da visão feminina e maternal de Jocasta, conta-se o destino de uma cidade assolada pela maldição lançada aos irmãos Polinices e Etéocles, filhos de Édipo, que disputam, enfurecidos, o cetro herdado. Em tempos de guerras funestas e verdadeiras batalhas civis, o exemplo da escrita grega comprovam que a busca enlouquecida pelo poder, através das medidas mais ardilosas, são incapazes de alterar um destino inevitável: o de sofrimento e de desgraça humana.
A adaptação, assinada por Alexandre Dill, tem sua origem no curso de formação dos atores integrantes do grupo e seus estudos prevem de 2007, quando orientados pela Dra. Paulina T. Nólibus na Escola de Teatro Popular . Após dois anos de pesquisa, agregando, inclusive, estilos de atuação diferentes que o da Tragédia Grega, o grupo apresenta um trabalho com ênfase na fusão do movimento, da música e da palavra falada, com referências nas concepções de Rudolf Von Laban, Antonin Artaud e Eugênio Barba. Elementos de composição do Teatro Nou também são utilizados.A crítica especializada e o grande público demonstraram entusiasmo após a apresentação no Festival no dia 29 de agosto. O júri técnico do evento foi composto por Stella Bento, Antonio Carlos Brunet e Airton de Oliveira. Algumas palavras dos jurados proferidas no bate-papo aberto após a apresentação:“É tão ruim para nós, avaliadores, quando o espetáculo é bom, por que assim não temos nada para criticar.(...) Trata-se de uma lição de como encenar modernamente uma tragédia grega.” (Antonio Carlos Brunet).“O cenário é de uma delicadeza singela, a iluminação representa felizmente a sensação de sangue derramado, tudo muito bem encaixado.” (Airton de Oliveira).“A atuação da atriz principal (Márcia Mello), sua imagem, é impactante, e o público é convidado, logo ao entrar no teatro, a ingressar no clima proposto pela peça”. (Stella Bento).Serviço: Fenícias
Adaptação de Alexandre Dill
Interpretes: Alexandre Dill,
José Henrique Lingabue,
Igor Pretto
e Márcia Mello
Criação Visual: Bruno Salvaterra
Iluminação: Gustavo Susin
Acessoria de Cena: Thainá Gallo e Igor Simões
Bilheteria: Bruno Salvaterra e Michel Flores
Direção sob Criação Coletiva do GrupoJogo de Experimentação Cênica
Dias 03 e 04 de outubro (sábado e domingo) às 20hSala 302 da Usina do GasômetroIngressos: R$ 10 (50% de desconto para estudantes, classe artística e pessoas com mais de 60 anos).
Apoio:
Academia Athlética
Teatrofídico
Parafina Surf Shop
Principado de Astúrias Café
TC Fitnnes